Sim, a Mónica. Deus do céu, a Mónica.
Mónica
Quem pensava que o Velho Barreiro era a melhor importação alguma vez feita do Brasil tem diante de si provas de que não. A Mónica, nascida em Fortaleza, veio para Portugal com dois aninhos de idade. Agora com 22, perdeu-se a pronúncia mas, alojada nos genes, a fogosidade permanece intacta. "Não consigo ficar quieta. De dia ocupo-me com os estudos [de comunicação social] e projectos pessoais, de noite, nos meus tempos livres, adoro sair com muita gente, conhecer mais ainda e dançar e divertir-me."
Embora tenha crescido em Espinho, actualmente estuda e vive no Porto, de onde destaca "a arquitectura e as noites" que considera "bem loucas". "Quem aprender a procurar pode ter muitas surpresas com a noite da Invicta e a sua diversidade", afirma com expressão ambígua.
Quando chegamos ao Porto, Mónica mostrou preocupação com o material fotográfico que haviamos conseguido para a sessão, admitindo que "não estava à espera que a máquina fosse tão pequenina". Questionada sobre a importância do tamanho, atirou com um sorriso maroto que não punha "em causa a qualidade do trabalho" mas que "se o mesmo trabalho fosse feito com melhor material seria, provavelmente, ainda mais agradável". Ficar a meio é que não é para Mónica: "Já venho pensando em fazer isto para vocês. São tão queridos".
Tu também és uma querida, terna e tenra Mónica.
Crítica Mamária
São glândulas, senhor. São glândulas.
Os seios de Mónica carregam consigo poesia em qualquer acto de natureza mundana. Glândulas mamárias. Quem ousaria pensar em semelhante palavrão técnico, enquanto envolto pela brisa silvestre que seus mamilos, de tonalidades violáceas, libertam numa inebriente nuvem de fresco desejo cárneo? Bom final de boca, apelativo, mas revelador de um ano diminuído em frescura.
Acompanhado de corpo roliço, desejo agreste e humor desconcertante.








